
Sexta-feira | Novembro 30, 2007

Dado o número RECORD de solicitações (ihihih), aqui fica a solução do conto policial:
- Os interlocutores são dois homens que falam de uma mulher morta,
( surpresa daquelas, ihihih...)
Um é o marido o outro o amante ( cada vez, mais surpreendente...)
- O marido descobriu a infidelidade da mulher e matou-a. Depois, revela ao seu interlocutor o motivo do crime; de seguida, mata-o.
- O derradeiro diálogo dá-se entre o homicida e a telefonista, em que aquele solicita a presença da polícia.
Presume-se que o homicida dirá que cometeu dois crimes e que se quer entregar.
Agradeço os milhares de telefonemas, mails e sms que me chegaram, e peço desculpa pela noite passada em branco, mas estava longe de prever um tal impacto!
(ihihih)
Agradeço, ainda,`aos milhares de anónimos que com a sua presença e participação fizeram da tentativa de solucionar esta charada um sucesso!
Um enorme: AHAHAH!!!
- Os interlocutores são dois homens que falam de uma mulher morta,
( surpresa daquelas, ihihih...)
Um é o marido o outro o amante ( cada vez, mais surpreendente...)
- O marido descobriu a infidelidade da mulher e matou-a. Depois, revela ao seu interlocutor o motivo do crime; de seguida, mata-o.
- O derradeiro diálogo dá-se entre o homicida e a telefonista, em que aquele solicita a presença da polícia.
Presume-se que o homicida dirá que cometeu dois crimes e que se quer entregar.
Agradeço os milhares de telefonemas, mails e sms que me chegaram, e peço desculpa pela noite passada em branco, mas estava longe de prever um tal impacto!
(ihihih)
Agradeço, ainda,`aos milhares de anónimos que com a sua presença e participação fizeram da tentativa de solucionar esta charada um sucesso!
Um enorme: AHAHAH!!!
Quinta-feira | Novembro 29, 2007

UMA CHARADINHA PARA ACORDAR (EU INCLUÍDA)!
O TEXTO QUE A SEGUIR SE REPRODUZ É UM
CONTO POLICIAL ONDE HÁ APENAS DIÁLOGO.
TRECHO DE CONVERSA
- Não!
- Sim!
- Não fez isso!
- Fiz!
- Quando

- Agora mesmo!
- Onde?
- No quarto.
- Está morta

- Sim!
- Deus!
- Sim!
- Porquê
!- Você sabe.
- Não sei!
- Sabe sim!
- Infiel


- Sim.
- Com quem


- Consigo.
- Não!

- Sim.
- Ela não...
- Fez sim.
- Nós não...

- Vocês, sim.
- Sabia

- Sabia.
- Há quanto tempo

- Bastante.
- E agora

- Adivinhe.

- Polícia

- Mais tarde.
- Porquê

- Adivinhe outra vez.
- Diga-me!
- Olhe!
- Oh, não!
- Oh, sim!
- Não pode fazer isso!
- Posso!
- Por favor!
- Tarde de mais!
- Santo Deus!
- Adeus.
- Telefonista.
- Sim, senhor.
- A polícia.
---------"--------
charadinha : -
QUEM SÃO OS INTERLOCUTORES E O QUE ACONTECEU ANTES E DURANTE A CONVERSA...?
Guy Nedmon in 100 Contos Curtos Policiais

O acordo de paz israelo-palestiniano encontra-se "morto-vivo", tal como Ariel Sharon em coma desde 4 de Janeiro de 2006.
A pergunta põe-se:
- " Porque não deixam que Sharon morra?
A resposta surge de imediato:
- " Aparentemente interessa mantê-lo vivo de maneira artificial."
A pergunta põe-se:
- " Porque não deixam que Sharon morra?
A resposta surge de imediato:
- " Aparentemente interessa mantê-lo vivo de maneira artificial."

E assim vai o clima...
Quarta-feira | Novembro 28, 2007
O MACACO E O LIVRO
Pôs-se um macaco a ler um livro...Era assim que ele via as pessoas fazer. Estalou-o ao meio e ficou-se a olhar para dentro das páginas. Que lhe diziam elas? As páginas abertas do livro à sua frente não lhe diziam nada. Nada.
Então o macaco virou o livro ao contrário. Talvez fosse melhor assim. Não era. Mudou de folha. Espantoso! Parecia como a de trás. (...)
Por último apontou, de longe, e fez o pino sobre as páginas abertas. Mas não havia meio. Nada resultava.
Foi a um senhor doutor dos olhos - um oftalmologista, que é a mesma coisa que médico da vista, mas em mais difícil.
O macaco queixou-se:
- Ando a ver mal, senhor doutor médico. Não consigo ler nada em termos. As letras metem-se umas pelas outras, juntam-se às mãos cheias, fogem para um lado e para o outro e nunca estão quietas, nos carreiros por onde deviam andar. Queria que o senhor doutor me desse um remédio para a pôr na ordem.
O médico(...) apontou a cadeira ao macaco e foi ao fundo da sala acender um quadro, com letras estampadas em cima - letras grandes e pequenas para todos os gostos e vistas.
- Vá lendo - disse ele ao macaco.
O macaco não lia.
Então o senhor doutor colocou uns óculos no nariz, prendeu-os nas orelhas de abano, visto que no nariz não se aguentavam e, nos óculos foi encaixando lentes, umas mais grossas que outras.
A cada lente que punha dizia:
- Vá lendo.
Mas o macaco não lia.
A consulta demorou que tempos. No fim, o senhor doutor, depois de muito coçar o queixo, sentou-se à secretária e escreveu:
" Dona Madalena
Recomendo-lhe este novo aluno. Trate-o bem. Ele não é burro. É macaco.
Adeus e cumprimentos.
Doutor Olarilas "
Foi assim que o macaco entrou para a escola.
No recreio não havia melhor aluno. A saltar à corda, ao eixo e no jogo da macaca ninguém lhe ficava à frente.
Na aula, enfim, na aula, já não seria assim tão bom aluno...Disciplinado e atento isso era. As macaquices, os meninos malcomportados que as fizessem. Ele não. Estava ali para aprender, a conselho médico.
António Torrado in Histórias de animais e outros que tais
Pôs-se um macaco a ler um livro...Era assim que ele via as pessoas fazer. Estalou-o ao meio e ficou-se a olhar para dentro das páginas. Que lhe diziam elas? As páginas abertas do livro à sua frente não lhe diziam nada. Nada.
Então o macaco virou o livro ao contrário. Talvez fosse melhor assim. Não era. Mudou de folha. Espantoso! Parecia como a de trás. (...)
Por último apontou, de longe, e fez o pino sobre as páginas abertas. Mas não havia meio. Nada resultava.
Foi a um senhor doutor dos olhos - um oftalmologista, que é a mesma coisa que médico da vista, mas em mais difícil.
O macaco queixou-se:
- Ando a ver mal, senhor doutor médico. Não consigo ler nada em termos. As letras metem-se umas pelas outras, juntam-se às mãos cheias, fogem para um lado e para o outro e nunca estão quietas, nos carreiros por onde deviam andar. Queria que o senhor doutor me desse um remédio para a pôr na ordem.
O médico(...) apontou a cadeira ao macaco e foi ao fundo da sala acender um quadro, com letras estampadas em cima - letras grandes e pequenas para todos os gostos e vistas.
- Vá lendo - disse ele ao macaco.
O macaco não lia.
Então o senhor doutor colocou uns óculos no nariz, prendeu-os nas orelhas de abano, visto que no nariz não se aguentavam e, nos óculos foi encaixando lentes, umas mais grossas que outras.
A cada lente que punha dizia:
- Vá lendo.
Mas o macaco não lia.
A consulta demorou que tempos. No fim, o senhor doutor, depois de muito coçar o queixo, sentou-se à secretária e escreveu:
" Dona Madalena
Recomendo-lhe este novo aluno. Trate-o bem. Ele não é burro. É macaco.
Adeus e cumprimentos.
Doutor Olarilas "
Foi assim que o macaco entrou para a escola.
No recreio não havia melhor aluno. A saltar à corda, ao eixo e no jogo da macaca ninguém lhe ficava à frente.
Na aula, enfim, na aula, já não seria assim tão bom aluno...Disciplinado e atento isso era. As macaquices, os meninos malcomportados que as fizessem. Ele não. Estava ali para aprender, a conselho médico.

António Torrado in Histórias de animais e outros que tais
Assim como há os soaristas, os estalinistas e os cavaquistas, por exemplo, também há os:
- Le Penistes
(para ler com boa pronúncia francesa)
- Le Penistes
(para ler com boa pronúncia francesa)
Terça-feira | Novembro 27, 2007

Coup de foudre?
(C'est l'irruption du désir, dans sa manifestation immédiate, brutale et fulgurante.)
D'accord, mais le coup de foudre traduit-il de l'amour ou du désir?
Aprés, bien sur, certains coups de foudre se prolongent en histoire d'amour, d'autres pas. Si la passion est egoíste, si l'homme et la femme ne font que prendre, elle s'eteindra. Si on donne, elle vivra.
Malgré tous progrès de la science ces choses-là resteront "en permanence mystérieuses ".
INSPIRÉ PAR LA REIGNE ANIMAL UNE DAME INTERPELLE:
- J'aimerais que mes phéronomes puissent circuler! Si je mets du déodorant, vais-je les en enpêcher?
Les phéronomes, les sécretions que dégagent les animaux pour faire passer les messages chimiques, n'ont jamais été identifiées chez les humains.
Chez nous, la transmission de messages existe aussi. Mais elle est plus subtile.
Elle passe par le gestuelle.
Le regard.
Les vibrations.
La témperature de la peau.

in Tribune de Genève
François Weyergans, l'écrivain et ami du choréographe a joué les maîtres de cérémonie avec gravité et tact. C'est lui qui a eu l'idée de réunie sur scène de la salle Métropole, à Lausanne, les objects fétiches de la vie de Maurice Béjart. Un destin d'exception en quelques acessoires: des livres, son tanbouret de cuisine, le bouddha de son pére, la chaise de Barbara et sa tenue de clown portée dans "Le roi Lear".in Le Temps
Curioso, o que podem fazer por nós quando já cá não estamos...
Ideias de uma amizade com 47 anos...
Segunda-feira | Novembro 26, 2007




